Um pouco de Tudo

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Tudo de um pouco

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Cinema...zzzzzzzzZZZZZzzzzzzZZZZZzzzz


O último Mestre do Ar.

Elenco: Noah Ringer, Nicole Peltz, Jackson Rathbone, Dev Patel, Aasif Mandvi, Shaun Toub, Cliff Curtis.

Direção: M. Night Shyamalan
Gênero: Aventura
Duração: 94 min.
Distribuidora: Paramount Pictures


Para quem é fã, como eu do desenho animado "Avatar", o lançamento do filme " O último Mestre do Ar", era super esperado.
O "filminho", como os da minha época chamam, é muito bom e envolvente.
Separado em livros, o que virou o filme, foi o livro 1 - água. (Isso quer dizer que têm mais dois vindo por aí...ou não)
É a história do pequeno Aang que, resumidamente, tem quem aprender a dominar a àgua, terra e fogo, já que o vento ele já consegue.
Nessas aventuras, Aang é acompanhado por dois amigos da tribo das águas: Katara e Sokka. (que no filme, surpreendentemente não representam em "nada", os originais).
No "filminho", a abertura já era show e isso, o pessoal que produziu para a telona reproduziu. Nota 10.
Isso, já me causou uma ótima impressão....que ficou por aí.
Ao começar o filme, já era perceptível que ele se arrastaria, arrastaria e nusss, que sono.
O diretor é o conhecido e  enigmático M. Night Shyamalan , que não consegue manter uma regularidade em suas obras. O "cara" é o mesmo dos bons filmes: O Sexto Sentido(muito bom), A Dama na Água(é....) e assina também porcarias como Fim dos Tempos(éca).
Quando eu comecei a ver os trailers e propagandas de O Último Mestre do Ar (The Last Airbender), achei que ele voltaria a fazer uma boa obra.
Mas ao mesmo tempoi lembrei que empresas especializadas em trailers são chamadas para "convencer" gente como eu a assistir o filme e falamos assim: "Putz, tenho que ver esse filme de qualquer jeito"
O filme é simplesmente cansativo, enfadonho, previsível e não tem um roteiro justo para personagens tão bons.
Não jogarei só pedras.
Têm elementos que salvam: Figurino, cenário, efeitos, sonoplástia, dão um bom caldo, mas não escodem os problemas grotescos desse longa.
Avatar  é muito mais do que foi mostrado.
De verdade, se conselho fosse bom....etc, etc...
Mas vai lá.
Não vale ver no cinema!
Se você quer ir mesmo assim, conselho:
Não vá naqueles dias, em que estamos com sono e se for, cuidado para não roncar e passar vergonha.

Observação perversa: Têm cenas em que Aang para estar dançando balé. Nenhum problema em fazê-lo, muito pelo contrário, o negócio é que o filme é de aventura e luta.

sábado, 21 de agosto de 2010

Potes de Veneno, cada um tem o seu.


Veneno é algo ruim...
Tem uns que matam aos poucos e isso é perverso.
Tem outros que são fulminantes e damos esses, geralmente, para quem odiamos hoje, mas até ontem nós amavamos.
Queremos que esses últimos morram, porém sem muita dor, afinal ninguém gosta de ver quem gostamos sofrer. Somos nobres ao abreviá-los a morte.
Mas voltando aos potes de veneno...já percebeu como são sedutores, bonitos, brilhantes por fora e letais por dentro? (diferente do que ilustra esse post)
Aliás, como são fascinantes esses potes.
No cinema, geralmente são colocados em vidros que mais parecem obras de arte e não em um pote descartável de Hellmans.
Quem os manipula, geralmente são sedutores, bonitos e nos pegamos torcendo para que seus planos malígnos deêm certo.
Quem manipula o veneno o faz de diversas formas, mas a mais eficaz é a introduzida pelos ouvidos.
Acho até que é a forma mais eficaz de fazê-lo.
Damos muita atenção ao que nos colocam nos ouvidos e daí para o envenenamento acontecer é rápido e sem volta. Ainda mais quando o veneno é colocado por quem achávamos que nos amavam.
Triste constatação do inevitável: quem nos envenena são os que estão perto, perto demais para alcançar nossos ouvidos e terem nossa atenção.
Veneno + atenção = morte de alguém ou de algo dentro de nós.
O algo pode ser tão precioso que se torna muito delicado e não suporta a dose.
Poderíamos, então, considerar assassinos esses que nos envenenam?
Por que, não?
A coisa é mais séria do que pensamos.
De vítima, às vezes, nós nos encontramos com potes de veneno em nossas próprias
mãos e fazemos o mesmo que todos: usamos desses poderes ao nosso favor.
Se não morremos com esse veneno, algo dentro de nós morre. Quando ministramos ou quando "tomamos".
É inevitável!
Como aqueles que mexem com fogo, saem queimados, os que mexem o veneno, acabam matando alguém ou algo.
O importante é saber: uma vez iniciado o veneno, dificilmente haverá volta.
Os potes são lindos, os que manipulam sedutores, as consequências incalculáveis.
Pense nisso antes da manipulação.

Independência ou...aguenta!


Cultura é cultura!
Cada povo tem a sua e não se deve criticar.
Certo?
Olha, até poucom tempo, me sentia no direito de achar e tachar costumes de outros como "estranhos".
Tudo começou, quando há muito tempo....rsrsrsrs
Vamos ao acontecido:
Um amigo voltou dos EUA e me contou, entre outras coisas, que quando chegam em uma determinada idade, o jovem americano saía de casa de seus pais e só voltava para lá se "tudo" desse errado.
Seria uma derrota, um fracasso e para ma cultura como a deles...uma vergonha voltar a casa de seus pais.
Eu questionei se os pais de lá amavam menos que os daqui. Ou então se a família lá, não era "sólida" como as daqui.
Ele, com toda a atenção, me disse que eles amavam tanto como nós, mas seus filhos eram preparados para o mundo e deviam criar sua indepenência ou....aguentariam o peso da incapacidade.
Achei brutal.
Logo pensei na minha família e na minha mãe, que como uma grande matriarca que é, sempre nos acolheu embaixo de suas protetoras asas.
Aliás, por ela, ficaríamos assim para sempre, bem pertinho, ao alcance dela.
Era assim com meu pai também, mas o homem do campo pensava com a cabeça de um pai da antiga.
Assim era minha forma de pensar e quando podia, em qualquer tipo de reunião com amigos e familiares, falava com "propriedade" sobre a crueldade das famílias americanas.
Hoje, com um pouco mais de conhecimento e respeito pela cultura e costumes de outros, penso diferente.
Sou pai e quero meus filhos os mais próximos de mim, afinal sou de sangue latino e não renego isso.
Mas também compreendo que os filhos são espíritos livres que precisam experimentar e errar.
Quando errarem, espero estar por perto e ajudá-los, mas quero mais é ajudá-los a viver suas próprias vidas.
Quero que pensem que poderão voltar ao "ninho" quando quiserem, mas cada vez mais fortalecidos, sigam novos vôos.
Chega um momento que queremos mais do que nossos pais podem nos dar e isso, o mundo nos proporciona.
Escolhas, escolhas...algumas certas e outras tantas erradas. O mais legal é que as erradas existem.
Quando penso, hoje, sobre a cultura que criticava, entendo e respeito.
Se permanecemos com as mesmas regras sempre, em algum momento seremos tentados a esquecê-las e quando fazemos isso, corremos o risco de ouvir: "Essa é a minha casa, minhas regras".
Por isso, independência ou...aguente firme até o dia que o comodismo te tome e você morra para a vida.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Sozinho... na multidão!


Um dia desses, ri ao constatar que tenho 515 amigos no orkut.
Fantástico! Devem estar dizendo alguns. Outros dizendo que nem são tantos, afinal têm muito mais amigos registrados.
Fora os "tais amigos" do orkut, tenho muitos outros que não fazem parte das redes de relacionamento e que circulam horas aqui, horas ali.
Uma multidão, em que necessariamente, eu não me insiro.
É como estar  no meio de tantos e não pertencer ao coletivo, é guardar-se na individualidade que me cabe.
No meu mundo, que só cabe eu.
Não é egoísmo, é consciência.
É saber que ninguém pode sofrer as minhas dores e meus possíveis amores.
As dores e amores pertencem a quem os imagina e os sente, não obedecendo a nenhuma ordem.
É estar cercado e senrtir-se só. Não um "só" melancólico e jogado, mas um só pronto para agir mais leve, do quem pensa carregar o mundo.
Aliás carregar, qualquer coisa, além de si mesmo para o campo de batalha é pedir  para ser eliminado.
Não gosto e nem acredito que a felicidade está na solidão, mas acredito ainda mais que: antes só, do que mal acompanhado.
Seguir e saber que o só é importante para momentos de conhecimento e que o caminhar junto serve para quando quisermos trocar experiências. Dessa forma, poderemos, de novo, encontrarmos com nós mesmo em momentos salutares de solidão.
O homem não foi feito para estar sozinho e nunca estaremos.
Basta nos ofertarem o que queremos e isso bastará para econtrarmos nossos pares para, juntos, nos deliciarmos com a satisfação de nossos desejos.
Sozinho...na multidão...mas junto quando necessário.

sábado, 14 de agosto de 2010

Aniversário: todo ano é igual?


A melhor resposta para o título é "não"!
Não existe um dia como o outro e não existirá um ano como outro.
São trinta e poucas passagens pela mesma data e não pelo mesmo tempo.
Mudanças, transformações, escolhas....tudo muda a todo instante.
O que percebemos que existem marcos de idades que queremos atingir.
Queremos rápido ter 15 anos, depois 18 para fazermos coisas "proibidas", aos 21 porque podemos tudo, 25 porque estamos no auge e queremos chegar aos 30 para toda a vida organizada.
Diferente dos anos anteriores, começamos reduzir a velociadade e evitar os anos que chegam depois dos 33.
Um dia desses eu fiz aniversário e graças ao orkut recebi muitas felicidades virtuais, algumas presenciais e outras por cel.
Esse ano, uma dessas amadas pessoas que me desejaram felicidades, por cel me disseram....fica calmo, perceba, vc nem chegou aos 40 e eu que já passei fazem 14 anos, me sinto com os próprios 14.
Será?
Será que é verdade ou lenda?
O lance é esperar e ver qual é...mas nem tô querendo confirmar...pelo menos por enquanto.
O mais engraçado desse anos, foi ouvir a seguinte pergunta do meu filho de 4 anos: "Sua festa vai ser de quem?" (qual seria o tema da minha festa)
Minha resposta: "A vida real"
Ele não entendeu, mas um dia vai entender.

sábado, 7 de agosto de 2010

Campanha Publicitária “Dubaralho”, para não dizer outra coisa.



Outra campanha, pela qual “babei”


Publicitários babam e se arrepiam com facilidade. Faz parte da nossa natureza emocionar e emorcionar-se.

Não repetirei os comentários que fiz na introdução, ao falar da campanha do Quasar Ônix do O Boticário, embora sejam os mesmos.

Vou falar da campanha criativa do Vectra para o Dia dos Pais.

Gosto da ideia de utilizar o desenho que pode parecer “tosco” de uma figura humana, que remete imediatamente ao desenho de uma criança.

Quando assistimos pela primeira, fica uma sensação estranha entre tentar descobrir qual a ideia e até onde vai o “tal” desenho do comercial.

A grande sacada fica por conta do desfecho do comercial, quando o filho entra no carro com desenhos iguais ao traço do começo do comercial, que são entregues para o pai que passa a ser real.

O lúdico e a paixão dos meninos por carros pontuam todo comercial e fazem muitos viajarem em lembranças de seus próprios rabiscos infantis.

É a “concretização” de outra ideia simples, que requer vivência e conexão com o mundo infantil.

Falo isso por experiência própria.

Meus filhos Camille e Giulliano, me dão a passagem para esse mundo quase todos os dias. Tem dia que eu embarco e me divirto, tem dia que não rola.

O lance é que a publicidade brasileira está mostrando um retorno a antigas fórmulas e a uma grande vontade em emocionar e entreter o público-alvo.

A campanha foi criada pela WMcCann.

Vale a pena ver e rever sempre.

Campanha “Duca.....”




Como já disse, têm campanhas publicitárias que “eu gostaria de ter feito”.

Amigos publicitários que estão lendo esse post...já sentiram o mesmo?

Eu explico: Já assistiram ou viram uma peça publicitária muito bem realizada e sentiram uma “fisgada” no íntimo? Uma vontade contida e frustrada, misturada com inveja e um pouco de ciúmes, quando viu algo muito bom que NÃO FOI FEITO POR VOCÊ, mas por outro que foi mais “rápido” e criativo que você?

Tudo bem, você deve estar dizendo, rápido é o “escambau”. O cara trabalha em uma das melhores agências do Brasil, tem um dos maiores clientes do mercado brasileiro e blá, blá, blá .

Concordo, em termos, com esse pensamento.

Mas tenho certeza que acima dessa força, poder e dinheiro, está a criatividade individual, aliada com conhecimento e vivência. (E claro, noites em claro, ralação, transpiração, pressão, observação de momentos reais etc).

Essa volta toda é para comentar, com muita admiração, sobre a campanha do O Boticário, para produto: Quasar Ônix.

Quem ainda não viu, precisa ver.

A ideia é simples, mas original.

É surpreendente, ver um “pai” com características infantis, brincando com objetos de adulto.

As cenas, são fantásticas, com destaque para a do “pai” na sapataria utilizando os sapatos, para formar grandes orelhas.

Percebe-se uma direção de arte primorosa e detalhista no que diz respeito a olhares, interpretações de atores e atrizes.

A trilha sonora, é um show a parte. Lúdica e doce na medida certa.

A Direção de fotografia é impecável.

O casting nota uma preocupação em achar as pessoas certas. Com carisma para sustentar uma cena , sem emitir quase nenhuma palavra.

A semelhança entre “pai” e “filho” também é notória.

O conceito é a grande chave da peça.

O Colocar-se no lugar do outro e querer para este, o melhor, como se fosse para você mesmo é o grande apelo da campanha.

A “coisa” é Bíblica, acredite, está no livros dos livros.

Acredito eu, que conhecimento e principalmente vivência é necessário para transmitir o que foi transmitido nessa campanha.

Ideia simples, provando que o “menos” é “mais” para quem sabe fazer publicidade.

O Brasil têm muita gente boa na área.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Valeu, Rubinho!


Esse domingo não teve o “Tema da Vitória”, no Grande Prêmio da Hungria de F-1, mas poderia sim. Teve brasileiro fazendo bonito na pista.


Para quem não viu, não teve pódio com brazucas. O melhor brasileiro na classificação, ficou em 4º lugar (Felipe Massa).

Aliás, pouco importou quem ganhou ou quem perdeu.

O que importa mesmo foi “a” ultrapassagem, quase no final da corrida, que valia o 10º lugar.

Sim, novamente um brasileiro, o arrojado Rubinho, contra um alemão, o covarde Schumaker.

Valia 1 ponto para o campeonato, mas para Rubinho, valia o resgate da dignidade, valia deixar na poeira o arrogante Schumaker, valia calar a boca do alemão.

Eu, sinceramente, não entendo muito a supervalorização dada ao alemão, por todos.

Chamam o cara de: gênio, fantástico, espetacular, o esportista do ano, do século e por aé vai.

Desculpem-me os fãs de plantão do alemão, mas para mim e para muitos sensatos, os esportistas precisam ter diversas qualidades para desenvolver suas atividades, entre elas: arrojo, ousadia, vontade, fé, coragem, dedicação, destreza, estudo, foco & também ética, caráter, moral, generosidade, respeito entre outras coisas. Tudo bem, você dirão que as primeiras virtudes são compatíveis com o alemão, mas depois do “&” falta tudo ao nada modesto Schum.

O que ele fez na corrida, foi desleal e nada esportivo.

Resultado? Bem, dia 29 de agosto, o “gênio” terá a penalidade de 10 lugares no próximo Grid. Pena eficaz? Acho pouco, porém já é um começo.

Podem elogiar, podem dizer que ele é gênio, eu digo que ele até hoje teve competência sim, mas também um conjunto de “ajudas” que o levaram as conquistas que teve.

Fantástico era Ayrton Senna, que competia, mas respeitava seus adversários.



Mas o melhor de tudo, foi ver o Rubinho com a “faca nos dentes”, chegar, pressionar e passar o “chucrute”, quando todos esperavam a faca nos dentes de Massa.

Rubinho é fantástico. Tira leite de pedra e é profissional. Podem dizer o que quiser, mas o cara faz o que pode de forma exemplar.

Já havia dito antes, para amigos e aqui no blog, o quanto admiro Rubinho e esse domingo, tive o prazer de ouvir meu irmão dizendo ao meu filho:

- Viu Giulli, o Rubinho passando do Schumaker?

Eu apenas ri...e tenho certeza que ainda vou rir muito.

Dá-lhe Rubinho!!!



Obs.: TV Globo, por favor! Tire o Galvão das transmissões da F-1. Só fala asneira. Ele interrompe o Reginaldo (que sabe muito de F-1) e os demais comentaristas com uma prepotência inacreditável. Hoje ele narrou um “REPLAY” de uma ultrapassagem como se estivesse acontecendo naquele momento. (observação dentro da observação: a palavra Replay “piscava” na parte superior do vídeo).

Amor com distância!


Alguém aí tem uma pessoa que está longe na distância física e pertinho do coração?


A foto acima mostra como me sinto com relação a minha irmã que mora em Caxambu.

Me sinto“Bem pertinho”.

Eu sempre falo para ela:

- Irmã, estamos longe pelos muitos quilômetros, mas ligados e próximos por laços que são invisíveis aos olhos humanos.

Parece poético ou místico, mas é na verdade, a pura verdade.

São poucas às vezes que nos vemos dentro de um ano. Aliás muito menos do que eu gostaria.

Porém, quando nos vemos, matamos a saudades, nos alimentamos de carinho e ... nos preparamos para uma nova temporada sem nos vermos novamente.

Minha irmã é daquelas pessoas que chegam chegando, que marcam presença pela competência e não precisam de acessórios “pavônicos” (essa palavra não existe) para mostrar que estão ali.

Ela me deu um dos maiores presentes que poderia receber, minha sobrinha Melina...que é um doce...às vezes de Jiló, às vezes de coco. srrsrs

Não lembro de ver a Mara, sem trabalhar.

E quando falo trabalho, falo de trabalho mesmo.

A “bichinha” é arretada! Trabalha muito e com competência invejável.

Você, que está lendo deve estar perguntando: Essa mulher é perfeita!

Graças à Deus, não. Porque não existe coisa mais chata do que quem se acha perfeito na altura do campeonato terrestre.

Mara é daquelas que têm, também, seus defeitos, mas suas qualidades são muitos maiores e compensam.

Essa irmã é figura, mais é um dos meu amores...

Amor pra essa e para outras vidas.

A Mara é mara!