Um pouco de Tudo

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Tudo de um pouco

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

De Volta ao passado!


(acima, a praça "muro das lamentações". Leia o texto e entenda)

Se tem uma coisa que sou é SAUDOSISTA.
Dia desses voltei ao UBM, que na "minha época" era SOBEU.
Me formei em 1998, em Comunicação Social, habilitação Publicidade lá...e de lá, ninguém fala  mau, não!
Olha, eu curti muito estar naquele ambiente acadêmico.
Lembrei muito de Marcelle, Patrícia e André, meus amigos que nunca estarão longe do meu coração.
Foi legal percorrer aquele espaço acadêmico e perceber que algumas coisas, muitas coisas, muitos lugares continuam o mesmo.
A praça, do intervalo sem limites de tempo...
Aliás, nessa praça, que apelidamos de: O muro das lamentações", era onde nos reunimos para malhar o coordenador (que sempre tem culpa no cartório- na cabeça do aluno), os professores, que eram loucos (e nós, os normais), a Facul (que nunca conseguia nos satisfazer) e é claro sobre nossas vidas (que nunca era fácil, afinal vida de universitário é lenha).
Foi legal ver que a "masmorra" (o financeiro/tesouraria) continua no mesmo local, embaixo da "ponte das virgens".
Isso mesmo a "ponte das virgens" que é um marco entre os acadêmicos.
Inclusive na entrada, perguntei para o porteiro se a secretaria ficava depois da ponte das virgens....rsrsrrs
ele me olhou com uma cara, então entendi que a "ponte das virgens" na verdade é a "passarela que une dois blocos".
Ok, ok, e lá fui eu passar pela ponte das virgens.
No meu tempo, ela tinha esse  nome porque resava a lenda que se uma menina virgem passasse sobre ela, a mesma cairia...ela permanceu sólida e é claro, era motivo de "zuação" de todos nós, acompanhados de nossas amigas, quando a utilizavamos....
Sobeu, UBM, o nome é o que menos importa nesse momento.
O legal mesmo vou visitar minhas reminiscências.

(Abaixo, a foto da ponte das virgens. Quem quiser, pode fazer o teste)

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Cinema...zzzzzzzzZZZZZzzzzzzZZZZZzzzz


O último Mestre do Ar.

Elenco: Noah Ringer, Nicole Peltz, Jackson Rathbone, Dev Patel, Aasif Mandvi, Shaun Toub, Cliff Curtis.

Direção: M. Night Shyamalan
Gênero: Aventura
Duração: 94 min.
Distribuidora: Paramount Pictures


Para quem é fã, como eu do desenho animado "Avatar", o lançamento do filme " O último Mestre do Ar", era super esperado.
O "filminho", como os da minha época chamam, é muito bom e envolvente.
Separado em livros, o que virou o filme, foi o livro 1 - água. (Isso quer dizer que têm mais dois vindo por aí...ou não)
É a história do pequeno Aang que, resumidamente, tem quem aprender a dominar a àgua, terra e fogo, já que o vento ele já consegue.
Nessas aventuras, Aang é acompanhado por dois amigos da tribo das águas: Katara e Sokka. (que no filme, surpreendentemente não representam em "nada", os originais).
No "filminho", a abertura já era show e isso, o pessoal que produziu para a telona reproduziu. Nota 10.
Isso, já me causou uma ótima impressão....que ficou por aí.
Ao começar o filme, já era perceptível que ele se arrastaria, arrastaria e nusss, que sono.
O diretor é o conhecido e  enigmático M. Night Shyamalan , que não consegue manter uma regularidade em suas obras. O "cara" é o mesmo dos bons filmes: O Sexto Sentido(muito bom), A Dama na Água(é....) e assina também porcarias como Fim dos Tempos(éca).
Quando eu comecei a ver os trailers e propagandas de O Último Mestre do Ar (The Last Airbender), achei que ele voltaria a fazer uma boa obra.
Mas ao mesmo tempoi lembrei que empresas especializadas em trailers são chamadas para "convencer" gente como eu a assistir o filme e falamos assim: "Putz, tenho que ver esse filme de qualquer jeito"
O filme é simplesmente cansativo, enfadonho, previsível e não tem um roteiro justo para personagens tão bons.
Não jogarei só pedras.
Têm elementos que salvam: Figurino, cenário, efeitos, sonoplástia, dão um bom caldo, mas não escodem os problemas grotescos desse longa.
Avatar  é muito mais do que foi mostrado.
De verdade, se conselho fosse bom....etc, etc...
Mas vai lá.
Não vale ver no cinema!
Se você quer ir mesmo assim, conselho:
Não vá naqueles dias, em que estamos com sono e se for, cuidado para não roncar e passar vergonha.

Observação perversa: Têm cenas em que Aang para estar dançando balé. Nenhum problema em fazê-lo, muito pelo contrário, o negócio é que o filme é de aventura e luta.

sábado, 21 de agosto de 2010

Potes de Veneno, cada um tem o seu.


Veneno é algo ruim...
Tem uns que matam aos poucos e isso é perverso.
Tem outros que são fulminantes e damos esses, geralmente, para quem odiamos hoje, mas até ontem nós amavamos.
Queremos que esses últimos morram, porém sem muita dor, afinal ninguém gosta de ver quem gostamos sofrer. Somos nobres ao abreviá-los a morte.
Mas voltando aos potes de veneno...já percebeu como são sedutores, bonitos, brilhantes por fora e letais por dentro? (diferente do que ilustra esse post)
Aliás, como são fascinantes esses potes.
No cinema, geralmente são colocados em vidros que mais parecem obras de arte e não em um pote descartável de Hellmans.
Quem os manipula, geralmente são sedutores, bonitos e nos pegamos torcendo para que seus planos malígnos deêm certo.
Quem manipula o veneno o faz de diversas formas, mas a mais eficaz é a introduzida pelos ouvidos.
Acho até que é a forma mais eficaz de fazê-lo.
Damos muita atenção ao que nos colocam nos ouvidos e daí para o envenenamento acontecer é rápido e sem volta. Ainda mais quando o veneno é colocado por quem achávamos que nos amavam.
Triste constatação do inevitável: quem nos envenena são os que estão perto, perto demais para alcançar nossos ouvidos e terem nossa atenção.
Veneno + atenção = morte de alguém ou de algo dentro de nós.
O algo pode ser tão precioso que se torna muito delicado e não suporta a dose.
Poderíamos, então, considerar assassinos esses que nos envenenam?
Por que, não?
A coisa é mais séria do que pensamos.
De vítima, às vezes, nós nos encontramos com potes de veneno em nossas próprias
mãos e fazemos o mesmo que todos: usamos desses poderes ao nosso favor.
Se não morremos com esse veneno, algo dentro de nós morre. Quando ministramos ou quando "tomamos".
É inevitável!
Como aqueles que mexem com fogo, saem queimados, os que mexem o veneno, acabam matando alguém ou algo.
O importante é saber: uma vez iniciado o veneno, dificilmente haverá volta.
Os potes são lindos, os que manipulam sedutores, as consequências incalculáveis.
Pense nisso antes da manipulação.

Independência ou...aguenta!


Cultura é cultura!
Cada povo tem a sua e não se deve criticar.
Certo?
Olha, até poucom tempo, me sentia no direito de achar e tachar costumes de outros como "estranhos".
Tudo começou, quando há muito tempo....rsrsrsrs
Vamos ao acontecido:
Um amigo voltou dos EUA e me contou, entre outras coisas, que quando chegam em uma determinada idade, o jovem americano saía de casa de seus pais e só voltava para lá se "tudo" desse errado.
Seria uma derrota, um fracasso e para ma cultura como a deles...uma vergonha voltar a casa de seus pais.
Eu questionei se os pais de lá amavam menos que os daqui. Ou então se a família lá, não era "sólida" como as daqui.
Ele, com toda a atenção, me disse que eles amavam tanto como nós, mas seus filhos eram preparados para o mundo e deviam criar sua indepenência ou....aguentariam o peso da incapacidade.
Achei brutal.
Logo pensei na minha família e na minha mãe, que como uma grande matriarca que é, sempre nos acolheu embaixo de suas protetoras asas.
Aliás, por ela, ficaríamos assim para sempre, bem pertinho, ao alcance dela.
Era assim com meu pai também, mas o homem do campo pensava com a cabeça de um pai da antiga.
Assim era minha forma de pensar e quando podia, em qualquer tipo de reunião com amigos e familiares, falava com "propriedade" sobre a crueldade das famílias americanas.
Hoje, com um pouco mais de conhecimento e respeito pela cultura e costumes de outros, penso diferente.
Sou pai e quero meus filhos os mais próximos de mim, afinal sou de sangue latino e não renego isso.
Mas também compreendo que os filhos são espíritos livres que precisam experimentar e errar.
Quando errarem, espero estar por perto e ajudá-los, mas quero mais é ajudá-los a viver suas próprias vidas.
Quero que pensem que poderão voltar ao "ninho" quando quiserem, mas cada vez mais fortalecidos, sigam novos vôos.
Chega um momento que queremos mais do que nossos pais podem nos dar e isso, o mundo nos proporciona.
Escolhas, escolhas...algumas certas e outras tantas erradas. O mais legal é que as erradas existem.
Quando penso, hoje, sobre a cultura que criticava, entendo e respeito.
Se permanecemos com as mesmas regras sempre, em algum momento seremos tentados a esquecê-las e quando fazemos isso, corremos o risco de ouvir: "Essa é a minha casa, minhas regras".
Por isso, independência ou...aguente firme até o dia que o comodismo te tome e você morra para a vida.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Sozinho... na multidão!


Um dia desses, ri ao constatar que tenho 515 amigos no orkut.
Fantástico! Devem estar dizendo alguns. Outros dizendo que nem são tantos, afinal têm muito mais amigos registrados.
Fora os "tais amigos" do orkut, tenho muitos outros que não fazem parte das redes de relacionamento e que circulam horas aqui, horas ali.
Uma multidão, em que necessariamente, eu não me insiro.
É como estar  no meio de tantos e não pertencer ao coletivo, é guardar-se na individualidade que me cabe.
No meu mundo, que só cabe eu.
Não é egoísmo, é consciência.
É saber que ninguém pode sofrer as minhas dores e meus possíveis amores.
As dores e amores pertencem a quem os imagina e os sente, não obedecendo a nenhuma ordem.
É estar cercado e senrtir-se só. Não um "só" melancólico e jogado, mas um só pronto para agir mais leve, do quem pensa carregar o mundo.
Aliás carregar, qualquer coisa, além de si mesmo para o campo de batalha é pedir  para ser eliminado.
Não gosto e nem acredito que a felicidade está na solidão, mas acredito ainda mais que: antes só, do que mal acompanhado.
Seguir e saber que o só é importante para momentos de conhecimento e que o caminhar junto serve para quando quisermos trocar experiências. Dessa forma, poderemos, de novo, encontrarmos com nós mesmo em momentos salutares de solidão.
O homem não foi feito para estar sozinho e nunca estaremos.
Basta nos ofertarem o que queremos e isso bastará para econtrarmos nossos pares para, juntos, nos deliciarmos com a satisfação de nossos desejos.
Sozinho...na multidão...mas junto quando necessário.

sábado, 14 de agosto de 2010

Aniversário: todo ano é igual?


A melhor resposta para o título é "não"!
Não existe um dia como o outro e não existirá um ano como outro.
São trinta e poucas passagens pela mesma data e não pelo mesmo tempo.
Mudanças, transformações, escolhas....tudo muda a todo instante.
O que percebemos que existem marcos de idades que queremos atingir.
Queremos rápido ter 15 anos, depois 18 para fazermos coisas "proibidas", aos 21 porque podemos tudo, 25 porque estamos no auge e queremos chegar aos 30 para toda a vida organizada.
Diferente dos anos anteriores, começamos reduzir a velociadade e evitar os anos que chegam depois dos 33.
Um dia desses eu fiz aniversário e graças ao orkut recebi muitas felicidades virtuais, algumas presenciais e outras por cel.
Esse ano, uma dessas amadas pessoas que me desejaram felicidades, por cel me disseram....fica calmo, perceba, vc nem chegou aos 40 e eu que já passei fazem 14 anos, me sinto com os próprios 14.
Será?
Será que é verdade ou lenda?
O lance é esperar e ver qual é...mas nem tô querendo confirmar...pelo menos por enquanto.
O mais engraçado desse anos, foi ouvir a seguinte pergunta do meu filho de 4 anos: "Sua festa vai ser de quem?" (qual seria o tema da minha festa)
Minha resposta: "A vida real"
Ele não entendeu, mas um dia vai entender.

sábado, 7 de agosto de 2010

Campanha Publicitária “Dubaralho”, para não dizer outra coisa.



Outra campanha, pela qual “babei”


Publicitários babam e se arrepiam com facilidade. Faz parte da nossa natureza emocionar e emorcionar-se.

Não repetirei os comentários que fiz na introdução, ao falar da campanha do Quasar Ônix do O Boticário, embora sejam os mesmos.

Vou falar da campanha criativa do Vectra para o Dia dos Pais.

Gosto da ideia de utilizar o desenho que pode parecer “tosco” de uma figura humana, que remete imediatamente ao desenho de uma criança.

Quando assistimos pela primeira, fica uma sensação estranha entre tentar descobrir qual a ideia e até onde vai o “tal” desenho do comercial.

A grande sacada fica por conta do desfecho do comercial, quando o filho entra no carro com desenhos iguais ao traço do começo do comercial, que são entregues para o pai que passa a ser real.

O lúdico e a paixão dos meninos por carros pontuam todo comercial e fazem muitos viajarem em lembranças de seus próprios rabiscos infantis.

É a “concretização” de outra ideia simples, que requer vivência e conexão com o mundo infantil.

Falo isso por experiência própria.

Meus filhos Camille e Giulliano, me dão a passagem para esse mundo quase todos os dias. Tem dia que eu embarco e me divirto, tem dia que não rola.

O lance é que a publicidade brasileira está mostrando um retorno a antigas fórmulas e a uma grande vontade em emocionar e entreter o público-alvo.

A campanha foi criada pela WMcCann.

Vale a pena ver e rever sempre.