Um pouco de Tudo
Tudo de um pouco
sábado, 31 de julho de 2010
Publicidade, a escolha!
Já me perguntaram várias vezes por que eu escolhi a publicidade.
E sempre conto a mesma história.
Quer saber? Lá vai!
Eu trabalhava em uma empresa, na àrea de tesouraria. Por isso, o caminho para a Facul era claro: ou Administração ou Ciências Contábeis.
Como estava na área de tesouraria e tinha feito o técnico em Contabilidade, optei por Ciências Contábeis na UniFOA.
Acreditem, fiz dois anos de Ciências Contábeis e achava "um parto - normal e sem anestesia".
Achava um "porre" e por isso, conversando com uma amiga disse que gostaria de mudar minha faculdade para "Direito" e que sabia que isso poderia fazer eu perder meu emprego.
Foi então, que essa amiga, me chamando para a realidade, minha realidade, me disse:
- Você tá maluco? Pular da frigideira para o fogo?
- Como assim? - Eu perguntei.
- Cara, você adora propaganda, vive fazendo comentários sobre comerciais, você tem que fazer publicidade.
Juro que os comentários foram como baldes de àgua em minha cara.
Saí daquela conversa pensando o que seria melhor para mim.
Pensava no meu emprego e no que queria realmente.
Bom, meu coração falou mais alto.
No mês de agosto daquele ano, tranquei minha facul de Ciências Contábeis.
Minha mãe e pai ficaram com o pé atrás... eles nem sabiam o que um publicitário fazia.
Em Fevereiro do ano seguinte, eu estava no UBM.
Quando mer perguntam se acredito em "paixão a primeira vista", digo que sim, porque me apaixonei pela publicidade.
Me arrepio quando vejo uma grande campanha.
Gosto muito de participar de projetos que envolvam a criatividade.
Sou daqueles que analisa as campanhas e dou os meus palpites sobre como poderia ficar melhor e sinto um ponta de inveja,por não ter feito uma campanha muito bem executada por outro publicitário.
Publidade!
Eita cachaça da boa!
Quem come quem?
Já faz umas semanas que a nova onda do Giulli, meu filho é perguntar sobre os hábitos alimentares dos bichos.
Geralmente, esse papo cabeça rola durante o banho, ou então, momenttos em que estamos sozinhos vendo televisão ou esperando o sono chegar.
A coisa é mais ou menos assim:
- Pai, o que o tubarão come?
- Come outros peixes, focas e...
- Gente também, né?
- Não filho! Ele ataca porque acha que a gente parece uma presa dele: foca etc...
- Ah tá! E o mosquito.
- Caraca, Giulli! O Mosquito?
- Isso! Qual bicho ele come?
- Ah filho! Acho que mosquito não come bicho nenhum. Sei que tem alguns que se alimentam de sangue.
- Sério? Sangue de quem?
- O nosso, por exemplo!
- Ai que doido! Não quero que ninguém coma meu sangue. Não quero ficar sem sangue.
- Fique tranquilo filho, não tem como o mosquito tomar todo o seu sangue.
- Que bom! Mas o que o elefante come?
- Come folhas, arbustos...
- E amendoim.
- Amendoim?
- É, eu vi num filminho do Pateta.
E por aí vai. Tenho que dar conta da alimentação de todos os bichos atuais, extintos e folcólicros (é, tipo o saci).
Nesses momentos eu agradeço a invenção da Internet e das inúmeras possibilidades de pesquisa.
Coitados dos meus pais, só tinham a Barsa.
Abraços
Números...é muito ou é pouco?
Como disse para todos, tem dia que vamos falar sobre o nada!
Bem, hoje, vamos falar de números, que dependendo da "quantidade" é nada ou é tudo.
Já explico!
Hoje, pela manhã, fui acordado pelo meu pequeno Giulli (meu filho de 4 anos).
Eram 5h40 e não acreditei que ele havia acordado naquela hora.
Ele me pediu uma mamadeira e eu, meio que dormindo fui preparar a mamadeira, quando voltei, deitei ao seu lado e começou sua pequena, mais interessante divagação.
Me falava sobre números e perguntava depois do 13 vem o? eu dizia 14 e por aí seguia...
Até que antes um pouco de dormir novamente ele me disse:
- Pai, 7 é muito não é?
- Não, é pouco. - disse eu.
Ele me olhou e disse:
- É muito sim pai, eu só tenho 4 é já fiz um montão de coisas...quando chegar o 7 eu vou fazer muito mais.
Daí ele virou para o canto e dormiu.(Graças à Deus)
Fiquei pensando e dei razão ao meu pequeno.
Os números, são números, a dimensão os deferencia.
02 pessoas bastam para uma boa conversa
02 passos são pouco para quem chegar longe
513 amigos no orkut para algo fantástisco, mas fica pequeno quando reconhecemos quem relamente pode ser chamado de amigo.
Interessante, o Giulli e a Cacá me ensinam e eu tento aprender.
Abraços
Bem, hoje, vamos falar de números, que dependendo da "quantidade" é nada ou é tudo.
Já explico!
Hoje, pela manhã, fui acordado pelo meu pequeno Giulli (meu filho de 4 anos).
Eram 5h40 e não acreditei que ele havia acordado naquela hora.
Ele me pediu uma mamadeira e eu, meio que dormindo fui preparar a mamadeira, quando voltei, deitei ao seu lado e começou sua pequena, mais interessante divagação.
Me falava sobre números e perguntava depois do 13 vem o? eu dizia 14 e por aí seguia...
Até que antes um pouco de dormir novamente ele me disse:
- Pai, 7 é muito não é?
- Não, é pouco. - disse eu.
Ele me olhou e disse:
- É muito sim pai, eu só tenho 4 é já fiz um montão de coisas...quando chegar o 7 eu vou fazer muito mais.
Daí ele virou para o canto e dormiu.(Graças à Deus)
Fiquei pensando e dei razão ao meu pequeno.
Os números, são números, a dimensão os deferencia.
02 pessoas bastam para uma boa conversa
02 passos são pouco para quem chegar longe
513 amigos no orkut para algo fantástisco, mas fica pequeno quando reconhecemos quem relamente pode ser chamado de amigo.
Interessante, o Giulli e a Cacá me ensinam e eu tento aprender.
Abraços
O que seria do mundo sem batatas?!
Você já pensou sobre isso?
Batatas...
Todo filme medieval que vemos, lá estão elas sendo devoradas por homens pouco higiênicos, mas famintos. A caça, a maioria das vezes, está acompanhada de...BATATAS.
Com o passar do tempo, em todos os momento expressivos da humanidade, estavamos comendo batata.
Na segunda guerra, muitos morreram de fome, mas não morreram mais pessoas, por conta das batatas.
Vincent Van Gogh, imortalizou as batatas no quadro "Comedores de batata".
A batata vai bem com tudo.
Assada, frita, amassada, refogada, fatiada, recheada e até socada...isso mesmo socada.
A pouco vi na televisão, em um desses programas, que tentam, misturar todo tipo de entretenimento, com culinária, um personagem famoso, dando uma receita de Bacalhau com batatas e a mesma levava um soco para ficar pronta.
Ou seja, até quando mal tratada, a dita cuja é gostosa.
Ela vai do luxo, acompanhando pratos franceses chiques, até o simples, refogadinha com carne moída.
A batata é tudo!
Ela é tão importante para nossa cultura, que para o Mc Donald´s, é marca.
Sim, ou você ainda não percebeu que o "M" do famoso Fast food são duas batatas arqueadas.
Batata, cada um faz do jeito que quer, mas todo mundo gosta.
Hoje, comi assada...e vc?
Batatas...
Todo filme medieval que vemos, lá estão elas sendo devoradas por homens pouco higiênicos, mas famintos. A caça, a maioria das vezes, está acompanhada de...BATATAS.
Com o passar do tempo, em todos os momento expressivos da humanidade, estavamos comendo batata.
Na segunda guerra, muitos morreram de fome, mas não morreram mais pessoas, por conta das batatas.
Vincent Van Gogh, imortalizou as batatas no quadro "Comedores de batata".
A batata vai bem com tudo.
Assada, frita, amassada, refogada, fatiada, recheada e até socada...isso mesmo socada.
A pouco vi na televisão, em um desses programas, que tentam, misturar todo tipo de entretenimento, com culinária, um personagem famoso, dando uma receita de Bacalhau com batatas e a mesma levava um soco para ficar pronta.
Ou seja, até quando mal tratada, a dita cuja é gostosa.
Ela vai do luxo, acompanhando pratos franceses chiques, até o simples, refogadinha com carne moída.
A batata é tudo!
Ela é tão importante para nossa cultura, que para o Mc Donald´s, é marca.
Sim, ou você ainda não percebeu que o "M" do famoso Fast food são duas batatas arqueadas.
Batata, cada um faz do jeito que quer, mas todo mundo gosta.
Hoje, comi assada...e vc?
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Os Vira-Latas são os melhores!
Eu já tive muitos cachorros, de várias raças, mas sou apaixonado pela PUB.
Pub é uma cadela de 11 meses.
Os cachorros fazem parte da minha vida desde sempre.
Lembro que meu primeiro cachorro foi um piquenês preto, seu nome: pretinho.
Depois vieram outros, mas meus pais - mesmo que a gente sempre morasse em prédios - sempre deixaram a gente ter cachorro.
Teve uma época da minha vida que fiquei sem cachorros em minha vida.
Mas, em uma visita a um homeopata, acreditem, além dos remédios (gotinhas e bolinhas) ele me receitou um cachorro. Isso mesmo, um cachorro.
Os remédios eu tomei, mas o cachorro, ficou para mais tarde.
Mas voltando a PUB, como ele chegou em minha casa.
Bem, tenho uma filha de 8 anos e já faz uns três que vinha nos pedindo um cachorro.
Sempre falamos que um dia...um dia...bem esse um dia chegou.
Decidimos que daríamos um cão para a criançada, sim porque além de Camille, temo o Giulliano (em breve, teremos post deles).
Bom, um vira-latas não era nossa primeira opção. Queríamos um beagle. Sim, queríamos um snoopy rsrsrs, mas...
Procurei por um beagle em muitas lojas e nada. Um dia, resolvi pedi ajuda para meus alunos, do curso técnico de publicidade e propaganda se poderiam me ajudar, me informando onde encontraria um beagle.
Uma das alunas, cujo o apelido eu coloquei de Pereba, por ter pego umas de uns cachorros, me disse que sua cadela havia dado cria e que estava doando os filhotes. Não era um beagle e sim uma vira-latas. bem , resolvemos em casa que iríamos "pegar" a pequena criatura.
Lembro do dia que vi a Pub pela primeira vez, era tão pequena e peluda.
Haviamos comprado cama, vasilha de beber, de comer, brinquedinho e uma colera vermelha com pedrinhas...cachorra de madame..rsrsr.
Bem, eu fiquei responsável pelo nome PUB - abreviatura de Publicidade, uma de minhas paixões.
Mas o mais curioso de tudo é que lembro de ter perguntado para "Pereba": - Me diga uma coisa, a sua cachorra, Maria, mãe de Pub, é grande? Resposta de Pereba: Não! É pequena.
Bem, a foto acima é da "pequena" PUB, se divertindo com um picolé, que ela ama de paixão.
Resultado: Hoje ela faz parte de nossa família, mas quando olho para ela é inevitável enxergá-la como um pequeno cavalo, isso mesmo, ela é enorme.
Mas o melhor de tudo é a melhor cadela do mundo.
Eu amo minha vira-lata.
Valeu Pereba!
E aí, Massa?
De ante mão já esclareço, sou fã de F1 e torço para os brasileiros.
Sou o cara que acordo de madrugada para assitir os grandes prêmios nos horários mais malucos e que vejo do começo ao fim, acelerando meu "carro de F1" no sofá de minha sala.
Sou também, o único em minha casa e entre meus amigos, que acreditam no Rubinho.
Tá, tá, pode rir, mas eu gosto do cara, ele tem caráter e pratica um esporte em que a política e a equipe que tiver mais dinheiro têm mais chances.
Mas vamos ao que interessa, no último domingo, no grande prêmio da Alemanha, aconteceu uma situação que parecia reprise de outros grandes prêmios passados. Numa época em que os atores eram outros: Rubinho e Schumaker. Na época eu lembro, a imprensa foi cruel e colocava o Rubinho como o pior dos piores.
Na mesma época, todos (principalmente os pilotos) falavam que se fosse com eles, não dariam a vez ao Schum.
Será que não fariam?
E agora Massa? Qual será a sua posição?
Acabei de ouvir na televisão que Massa não quer ser considerado o 2º piloto e se for, vai parar de correr.
Será mesmo?
É muito dinheiro envolvido e muito difícil falar o que faríamos ou não faríamos sem realmente estarmos na pele de quem está passando pela situação.
Mas quero lembrar que a "coisa" é cíclica e hoje quem deixa ser ultrapassado é outro.
Vamos aguardar e assistir com atenção ao próximo grande prêmio.
Acelera moçada!
Toy Story 3 - É para crianças?
Faz pouco tempo que fui com os meus filhos ver Toy Story 3.
Ao me encaminhar ao cinema, fiquei pensando: o que poderia acontecer de diferente na 3ª sequência de um filme que já tinha se mostrado tão espetacular nos anteriores?
Amo cinema e digo que se me convidarem para assistir qualquer tipo de filme, eu iria.
Por isso, não pensei em nenhum momento em excluir-me desse prazer de ver Toy Story 3.
Esclarecimentos antes de continuar:
Eu sou o 5º filho dos 5, o mais novo e a diferença minha para meu irmão anterior a mim nos causava um "pequeno" abismo no que dizia respeito as brincadeiras.
Quando não estava na rua, com meus amigos, estava em meu quarto, envolto em brinquedos que eu valoriza muito, pois não havia a quantidade que hoje, meu filho tem.
Eram poucos, mas o bastante.
E quando vi, o primeiro Toy Story, me reconheci no "Andy" e o melhor, já havia passado por minha cabeça que os brinquedos ganhavam vida quando eu dormia. Por isso, minha ligação com o filme foi direta.
Enfim, voltando ao Toy Story 3, lá fui eu e meu rebentos.
Pipoca, refri, bagunça...
Mas o filme reservava mais que uma simples história.
A coisa foi norteada pela despedida, mas aquelas despedidas que você sabe que vai acontecer, mas não quer que chegue.
A todo momento, a cada frame eu me envolvia e não tinha mais volta.
(se você ainda não viu...não continue lendo)
O final é um do mais inteligentes que já vi.
Dentro da grande ideia de continuidade e aproveitamento dos materiais que hoje norteiam a Terra, os brinquedos são "doados" a uma criança com a idade de "Andy" no primeiro filme, o que "garante" aos mesmos a validade como brinquedos que são.
Mas o olhar de "Wood" para "Andy" ao despedirem...
As lágrimas ficaram para alguns marmanjos no cinema, que tiveram que explicar aos pequenos, como eu tive, porque estavam chorando se tudo havia acabado bem.
Quem já brincou sabe a importância do "tal" brinquedo que tem até hoje guardado, sabe do que estou falando.
Bem, têm filmes infantis e FILMES INFANTIS...
E Toy Story 3 é o filme!
Veja e depois comente.
Toma pilú, toma pilú...
Caraca!
Como um bom Chapeleiro maluco, às vezes "tomamos chá com amigos" e após alguns chás, os causos aparecem sobre a mesa.
Um dos últimos e mais bizarros começa assim:
Uma amiga me contou que na busca pelo seu príncipe encantado, já se deparou com algumas figuras, mais uma delas, foi a melhor.
Vamos chamá-lo de "i"e ela de "Y".
Já perceberam que o "i" é minúsculo e o Y, pelo formato dispensa comentários.
É importante dizer que "i" já é um homen maduro e Y, uma bela mulher.
Y começou a se interessar por "i".
"i" correspondeu a Y, como já era de se esperar.
Tudo estava indo bem, como manda o roteiro de quem espera, pelo menos, um bom romance.
Com o tempo...nem muito...aconteceu a primeira investida, digamos sexual.
É, justamente aí, que "tudo acontece".
(Atenção! Os relatos a seguir podem parecer mentira, mas são a pura verdade)
Vamos lembrar que foi a PRIMEIRA vez deles juntos.
A minha pergunta é: Como? Por quê, um HOMEM, se comporta dessa forma.
Vamos ao procedimento:
1)Falar com voz de criancinha.
Vamos combinar, isso é uma das piores coisas que um homem pode fazer naquela hora.
No momento X da questão, rolou: "tá gotando, tá?" e também "toma pilú, toma pilú".
(Tudo isso, sendo falado em pleno ato)
Vamos combinar, imagina a nossa personagem Y, passando por isso tudo, sem poder rir.
2) Idependente do tamanho, não faça propaganda do produto de forma ostensiva.
Peço que usem a imaginação e visualizem a cena. A "coisa" de "i", não era tão COISA assim. Aliás, era bem normal (pelo relato dela). Pasmem, o nosso "amigo i", em determinado momento coloca a mão sobre a barriga de Y e pergunta: "Tá sentindo"?!
Acreditem amigos, ele apertou o barriga, na altura dos intestinos e perguntou se ela estava sentindo o ...caraca!!! Sentido o que? Vocês podem imaginar.
3) Cuidado! Quando você pensa que a coisa tá ruim...pode piorar.
Não acabou por aqui, as "histórinhas" e procedimentos de "i" tiveram repetição. Afinal, a amiga "Y" acreditou que poderia ter sido efeito de um cogumelo alucinógeno ingerido em uma pizza pré-ato.
Resumo da ópera:
A minha amiga "Y" é muito gente boa, dispensou o "i" e acredita que um dia encontrará seu príncipe.
O meu amigo "i", precisa crescer e entender que mulheres não são tubos de ensaios, onde fazemos experiências bizarras. Por isso ele continua merecendo o "i" minúsculo.
E por último, para piorar, a velha máxima tem um fundo de verdade: Mulher bonita, deixa homem bobo.
Um pouco de Tudo
Qual a intenção desse blog?
Não é de forma alguma um diário.
Não teremos postagem diárias e sim quando realmente valerem a pena.
Falaremos de tudo e de nada, afinal o nada às vezes interessa mais do que o tudo.
Por que "Gato de Allice"?
Porque o Gato, para quem conhece, é irreverente, ainda mais o da Alice.
Na realidade nem curto Gatos, mais uma coisa é interessante com relação aos gatos: "não são facilmente conquistados".
Contarei casos e causos...quem vai ler? Sei lá!
Mas lanço mais um blog, no meio de milhares...com um diferencial...é meu...aliás é nosso!
Abraços e divirtam-se.
Não é de forma alguma um diário.
Não teremos postagem diárias e sim quando realmente valerem a pena.
Falaremos de tudo e de nada, afinal o nada às vezes interessa mais do que o tudo.
Por que "Gato de Allice"?
Porque o Gato, para quem conhece, é irreverente, ainda mais o da Alice.
Na realidade nem curto Gatos, mais uma coisa é interessante com relação aos gatos: "não são facilmente conquistados".
Contarei casos e causos...quem vai ler? Sei lá!
Mas lanço mais um blog, no meio de milhares...com um diferencial...é meu...aliás é nosso!
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