Um pouco de Tudo

Um pouco de Tudo
Tudo de um pouco

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

De Volta ao passado!


(acima, a praça "muro das lamentações". Leia o texto e entenda)

Se tem uma coisa que sou é SAUDOSISTA.
Dia desses voltei ao UBM, que na "minha época" era SOBEU.
Me formei em 1998, em Comunicação Social, habilitação Publicidade lá...e de lá, ninguém fala  mau, não!
Olha, eu curti muito estar naquele ambiente acadêmico.
Lembrei muito de Marcelle, Patrícia e André, meus amigos que nunca estarão longe do meu coração.
Foi legal percorrer aquele espaço acadêmico e perceber que algumas coisas, muitas coisas, muitos lugares continuam o mesmo.
A praça, do intervalo sem limites de tempo...
Aliás, nessa praça, que apelidamos de: O muro das lamentações", era onde nos reunimos para malhar o coordenador (que sempre tem culpa no cartório- na cabeça do aluno), os professores, que eram loucos (e nós, os normais), a Facul (que nunca conseguia nos satisfazer) e é claro sobre nossas vidas (que nunca era fácil, afinal vida de universitário é lenha).
Foi legal ver que a "masmorra" (o financeiro/tesouraria) continua no mesmo local, embaixo da "ponte das virgens".
Isso mesmo a "ponte das virgens" que é um marco entre os acadêmicos.
Inclusive na entrada, perguntei para o porteiro se a secretaria ficava depois da ponte das virgens....rsrsrrs
ele me olhou com uma cara, então entendi que a "ponte das virgens" na verdade é a "passarela que une dois blocos".
Ok, ok, e lá fui eu passar pela ponte das virgens.
No meu tempo, ela tinha esse  nome porque resava a lenda que se uma menina virgem passasse sobre ela, a mesma cairia...ela permanceu sólida e é claro, era motivo de "zuação" de todos nós, acompanhados de nossas amigas, quando a utilizavamos....
Sobeu, UBM, o nome é o que menos importa nesse momento.
O legal mesmo vou visitar minhas reminiscências.

(Abaixo, a foto da ponte das virgens. Quem quiser, pode fazer o teste)

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Cinema...zzzzzzzzZZZZZzzzzzzZZZZZzzzz


O último Mestre do Ar.

Elenco: Noah Ringer, Nicole Peltz, Jackson Rathbone, Dev Patel, Aasif Mandvi, Shaun Toub, Cliff Curtis.

Direção: M. Night Shyamalan
Gênero: Aventura
Duração: 94 min.
Distribuidora: Paramount Pictures


Para quem é fã, como eu do desenho animado "Avatar", o lançamento do filme " O último Mestre do Ar", era super esperado.
O "filminho", como os da minha época chamam, é muito bom e envolvente.
Separado em livros, o que virou o filme, foi o livro 1 - água. (Isso quer dizer que têm mais dois vindo por aí...ou não)
É a história do pequeno Aang que, resumidamente, tem quem aprender a dominar a àgua, terra e fogo, já que o vento ele já consegue.
Nessas aventuras, Aang é acompanhado por dois amigos da tribo das águas: Katara e Sokka. (que no filme, surpreendentemente não representam em "nada", os originais).
No "filminho", a abertura já era show e isso, o pessoal que produziu para a telona reproduziu. Nota 10.
Isso, já me causou uma ótima impressão....que ficou por aí.
Ao começar o filme, já era perceptível que ele se arrastaria, arrastaria e nusss, que sono.
O diretor é o conhecido e  enigmático M. Night Shyamalan , que não consegue manter uma regularidade em suas obras. O "cara" é o mesmo dos bons filmes: O Sexto Sentido(muito bom), A Dama na Água(é....) e assina também porcarias como Fim dos Tempos(éca).
Quando eu comecei a ver os trailers e propagandas de O Último Mestre do Ar (The Last Airbender), achei que ele voltaria a fazer uma boa obra.
Mas ao mesmo tempoi lembrei que empresas especializadas em trailers são chamadas para "convencer" gente como eu a assistir o filme e falamos assim: "Putz, tenho que ver esse filme de qualquer jeito"
O filme é simplesmente cansativo, enfadonho, previsível e não tem um roteiro justo para personagens tão bons.
Não jogarei só pedras.
Têm elementos que salvam: Figurino, cenário, efeitos, sonoplástia, dão um bom caldo, mas não escodem os problemas grotescos desse longa.
Avatar  é muito mais do que foi mostrado.
De verdade, se conselho fosse bom....etc, etc...
Mas vai lá.
Não vale ver no cinema!
Se você quer ir mesmo assim, conselho:
Não vá naqueles dias, em que estamos com sono e se for, cuidado para não roncar e passar vergonha.

Observação perversa: Têm cenas em que Aang para estar dançando balé. Nenhum problema em fazê-lo, muito pelo contrário, o negócio é que o filme é de aventura e luta.

sábado, 21 de agosto de 2010

Potes de Veneno, cada um tem o seu.


Veneno é algo ruim...
Tem uns que matam aos poucos e isso é perverso.
Tem outros que são fulminantes e damos esses, geralmente, para quem odiamos hoje, mas até ontem nós amavamos.
Queremos que esses últimos morram, porém sem muita dor, afinal ninguém gosta de ver quem gostamos sofrer. Somos nobres ao abreviá-los a morte.
Mas voltando aos potes de veneno...já percebeu como são sedutores, bonitos, brilhantes por fora e letais por dentro? (diferente do que ilustra esse post)
Aliás, como são fascinantes esses potes.
No cinema, geralmente são colocados em vidros que mais parecem obras de arte e não em um pote descartável de Hellmans.
Quem os manipula, geralmente são sedutores, bonitos e nos pegamos torcendo para que seus planos malígnos deêm certo.
Quem manipula o veneno o faz de diversas formas, mas a mais eficaz é a introduzida pelos ouvidos.
Acho até que é a forma mais eficaz de fazê-lo.
Damos muita atenção ao que nos colocam nos ouvidos e daí para o envenenamento acontecer é rápido e sem volta. Ainda mais quando o veneno é colocado por quem achávamos que nos amavam.
Triste constatação do inevitável: quem nos envenena são os que estão perto, perto demais para alcançar nossos ouvidos e terem nossa atenção.
Veneno + atenção = morte de alguém ou de algo dentro de nós.
O algo pode ser tão precioso que se torna muito delicado e não suporta a dose.
Poderíamos, então, considerar assassinos esses que nos envenenam?
Por que, não?
A coisa é mais séria do que pensamos.
De vítima, às vezes, nós nos encontramos com potes de veneno em nossas próprias
mãos e fazemos o mesmo que todos: usamos desses poderes ao nosso favor.
Se não morremos com esse veneno, algo dentro de nós morre. Quando ministramos ou quando "tomamos".
É inevitável!
Como aqueles que mexem com fogo, saem queimados, os que mexem o veneno, acabam matando alguém ou algo.
O importante é saber: uma vez iniciado o veneno, dificilmente haverá volta.
Os potes são lindos, os que manipulam sedutores, as consequências incalculáveis.
Pense nisso antes da manipulação.

Independência ou...aguenta!


Cultura é cultura!
Cada povo tem a sua e não se deve criticar.
Certo?
Olha, até poucom tempo, me sentia no direito de achar e tachar costumes de outros como "estranhos".
Tudo começou, quando há muito tempo....rsrsrsrs
Vamos ao acontecido:
Um amigo voltou dos EUA e me contou, entre outras coisas, que quando chegam em uma determinada idade, o jovem americano saía de casa de seus pais e só voltava para lá se "tudo" desse errado.
Seria uma derrota, um fracasso e para ma cultura como a deles...uma vergonha voltar a casa de seus pais.
Eu questionei se os pais de lá amavam menos que os daqui. Ou então se a família lá, não era "sólida" como as daqui.
Ele, com toda a atenção, me disse que eles amavam tanto como nós, mas seus filhos eram preparados para o mundo e deviam criar sua indepenência ou....aguentariam o peso da incapacidade.
Achei brutal.
Logo pensei na minha família e na minha mãe, que como uma grande matriarca que é, sempre nos acolheu embaixo de suas protetoras asas.
Aliás, por ela, ficaríamos assim para sempre, bem pertinho, ao alcance dela.
Era assim com meu pai também, mas o homem do campo pensava com a cabeça de um pai da antiga.
Assim era minha forma de pensar e quando podia, em qualquer tipo de reunião com amigos e familiares, falava com "propriedade" sobre a crueldade das famílias americanas.
Hoje, com um pouco mais de conhecimento e respeito pela cultura e costumes de outros, penso diferente.
Sou pai e quero meus filhos os mais próximos de mim, afinal sou de sangue latino e não renego isso.
Mas também compreendo que os filhos são espíritos livres que precisam experimentar e errar.
Quando errarem, espero estar por perto e ajudá-los, mas quero mais é ajudá-los a viver suas próprias vidas.
Quero que pensem que poderão voltar ao "ninho" quando quiserem, mas cada vez mais fortalecidos, sigam novos vôos.
Chega um momento que queremos mais do que nossos pais podem nos dar e isso, o mundo nos proporciona.
Escolhas, escolhas...algumas certas e outras tantas erradas. O mais legal é que as erradas existem.
Quando penso, hoje, sobre a cultura que criticava, entendo e respeito.
Se permanecemos com as mesmas regras sempre, em algum momento seremos tentados a esquecê-las e quando fazemos isso, corremos o risco de ouvir: "Essa é a minha casa, minhas regras".
Por isso, independência ou...aguente firme até o dia que o comodismo te tome e você morra para a vida.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Sozinho... na multidão!


Um dia desses, ri ao constatar que tenho 515 amigos no orkut.
Fantástico! Devem estar dizendo alguns. Outros dizendo que nem são tantos, afinal têm muito mais amigos registrados.
Fora os "tais amigos" do orkut, tenho muitos outros que não fazem parte das redes de relacionamento e que circulam horas aqui, horas ali.
Uma multidão, em que necessariamente, eu não me insiro.
É como estar  no meio de tantos e não pertencer ao coletivo, é guardar-se na individualidade que me cabe.
No meu mundo, que só cabe eu.
Não é egoísmo, é consciência.
É saber que ninguém pode sofrer as minhas dores e meus possíveis amores.
As dores e amores pertencem a quem os imagina e os sente, não obedecendo a nenhuma ordem.
É estar cercado e senrtir-se só. Não um "só" melancólico e jogado, mas um só pronto para agir mais leve, do quem pensa carregar o mundo.
Aliás carregar, qualquer coisa, além de si mesmo para o campo de batalha é pedir  para ser eliminado.
Não gosto e nem acredito que a felicidade está na solidão, mas acredito ainda mais que: antes só, do que mal acompanhado.
Seguir e saber que o só é importante para momentos de conhecimento e que o caminhar junto serve para quando quisermos trocar experiências. Dessa forma, poderemos, de novo, encontrarmos com nós mesmo em momentos salutares de solidão.
O homem não foi feito para estar sozinho e nunca estaremos.
Basta nos ofertarem o que queremos e isso bastará para econtrarmos nossos pares para, juntos, nos deliciarmos com a satisfação de nossos desejos.
Sozinho...na multidão...mas junto quando necessário.

sábado, 14 de agosto de 2010

Aniversário: todo ano é igual?


A melhor resposta para o título é "não"!
Não existe um dia como o outro e não existirá um ano como outro.
São trinta e poucas passagens pela mesma data e não pelo mesmo tempo.
Mudanças, transformações, escolhas....tudo muda a todo instante.
O que percebemos que existem marcos de idades que queremos atingir.
Queremos rápido ter 15 anos, depois 18 para fazermos coisas "proibidas", aos 21 porque podemos tudo, 25 porque estamos no auge e queremos chegar aos 30 para toda a vida organizada.
Diferente dos anos anteriores, começamos reduzir a velociadade e evitar os anos que chegam depois dos 33.
Um dia desses eu fiz aniversário e graças ao orkut recebi muitas felicidades virtuais, algumas presenciais e outras por cel.
Esse ano, uma dessas amadas pessoas que me desejaram felicidades, por cel me disseram....fica calmo, perceba, vc nem chegou aos 40 e eu que já passei fazem 14 anos, me sinto com os próprios 14.
Será?
Será que é verdade ou lenda?
O lance é esperar e ver qual é...mas nem tô querendo confirmar...pelo menos por enquanto.
O mais engraçado desse anos, foi ouvir a seguinte pergunta do meu filho de 4 anos: "Sua festa vai ser de quem?" (qual seria o tema da minha festa)
Minha resposta: "A vida real"
Ele não entendeu, mas um dia vai entender.

sábado, 7 de agosto de 2010

Campanha Publicitária “Dubaralho”, para não dizer outra coisa.



Outra campanha, pela qual “babei”


Publicitários babam e se arrepiam com facilidade. Faz parte da nossa natureza emocionar e emorcionar-se.

Não repetirei os comentários que fiz na introdução, ao falar da campanha do Quasar Ônix do O Boticário, embora sejam os mesmos.

Vou falar da campanha criativa do Vectra para o Dia dos Pais.

Gosto da ideia de utilizar o desenho que pode parecer “tosco” de uma figura humana, que remete imediatamente ao desenho de uma criança.

Quando assistimos pela primeira, fica uma sensação estranha entre tentar descobrir qual a ideia e até onde vai o “tal” desenho do comercial.

A grande sacada fica por conta do desfecho do comercial, quando o filho entra no carro com desenhos iguais ao traço do começo do comercial, que são entregues para o pai que passa a ser real.

O lúdico e a paixão dos meninos por carros pontuam todo comercial e fazem muitos viajarem em lembranças de seus próprios rabiscos infantis.

É a “concretização” de outra ideia simples, que requer vivência e conexão com o mundo infantil.

Falo isso por experiência própria.

Meus filhos Camille e Giulliano, me dão a passagem para esse mundo quase todos os dias. Tem dia que eu embarco e me divirto, tem dia que não rola.

O lance é que a publicidade brasileira está mostrando um retorno a antigas fórmulas e a uma grande vontade em emocionar e entreter o público-alvo.

A campanha foi criada pela WMcCann.

Vale a pena ver e rever sempre.

Campanha “Duca.....”




Como já disse, têm campanhas publicitárias que “eu gostaria de ter feito”.

Amigos publicitários que estão lendo esse post...já sentiram o mesmo?

Eu explico: Já assistiram ou viram uma peça publicitária muito bem realizada e sentiram uma “fisgada” no íntimo? Uma vontade contida e frustrada, misturada com inveja e um pouco de ciúmes, quando viu algo muito bom que NÃO FOI FEITO POR VOCÊ, mas por outro que foi mais “rápido” e criativo que você?

Tudo bem, você deve estar dizendo, rápido é o “escambau”. O cara trabalha em uma das melhores agências do Brasil, tem um dos maiores clientes do mercado brasileiro e blá, blá, blá .

Concordo, em termos, com esse pensamento.

Mas tenho certeza que acima dessa força, poder e dinheiro, está a criatividade individual, aliada com conhecimento e vivência. (E claro, noites em claro, ralação, transpiração, pressão, observação de momentos reais etc).

Essa volta toda é para comentar, com muita admiração, sobre a campanha do O Boticário, para produto: Quasar Ônix.

Quem ainda não viu, precisa ver.

A ideia é simples, mas original.

É surpreendente, ver um “pai” com características infantis, brincando com objetos de adulto.

As cenas, são fantásticas, com destaque para a do “pai” na sapataria utilizando os sapatos, para formar grandes orelhas.

Percebe-se uma direção de arte primorosa e detalhista no que diz respeito a olhares, interpretações de atores e atrizes.

A trilha sonora, é um show a parte. Lúdica e doce na medida certa.

A Direção de fotografia é impecável.

O casting nota uma preocupação em achar as pessoas certas. Com carisma para sustentar uma cena , sem emitir quase nenhuma palavra.

A semelhança entre “pai” e “filho” também é notória.

O conceito é a grande chave da peça.

O Colocar-se no lugar do outro e querer para este, o melhor, como se fosse para você mesmo é o grande apelo da campanha.

A “coisa” é Bíblica, acredite, está no livros dos livros.

Acredito eu, que conhecimento e principalmente vivência é necessário para transmitir o que foi transmitido nessa campanha.

Ideia simples, provando que o “menos” é “mais” para quem sabe fazer publicidade.

O Brasil têm muita gente boa na área.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Valeu, Rubinho!


Esse domingo não teve o “Tema da Vitória”, no Grande Prêmio da Hungria de F-1, mas poderia sim. Teve brasileiro fazendo bonito na pista.


Para quem não viu, não teve pódio com brazucas. O melhor brasileiro na classificação, ficou em 4º lugar (Felipe Massa).

Aliás, pouco importou quem ganhou ou quem perdeu.

O que importa mesmo foi “a” ultrapassagem, quase no final da corrida, que valia o 10º lugar.

Sim, novamente um brasileiro, o arrojado Rubinho, contra um alemão, o covarde Schumaker.

Valia 1 ponto para o campeonato, mas para Rubinho, valia o resgate da dignidade, valia deixar na poeira o arrogante Schumaker, valia calar a boca do alemão.

Eu, sinceramente, não entendo muito a supervalorização dada ao alemão, por todos.

Chamam o cara de: gênio, fantástico, espetacular, o esportista do ano, do século e por aé vai.

Desculpem-me os fãs de plantão do alemão, mas para mim e para muitos sensatos, os esportistas precisam ter diversas qualidades para desenvolver suas atividades, entre elas: arrojo, ousadia, vontade, fé, coragem, dedicação, destreza, estudo, foco & também ética, caráter, moral, generosidade, respeito entre outras coisas. Tudo bem, você dirão que as primeiras virtudes são compatíveis com o alemão, mas depois do “&” falta tudo ao nada modesto Schum.

O que ele fez na corrida, foi desleal e nada esportivo.

Resultado? Bem, dia 29 de agosto, o “gênio” terá a penalidade de 10 lugares no próximo Grid. Pena eficaz? Acho pouco, porém já é um começo.

Podem elogiar, podem dizer que ele é gênio, eu digo que ele até hoje teve competência sim, mas também um conjunto de “ajudas” que o levaram as conquistas que teve.

Fantástico era Ayrton Senna, que competia, mas respeitava seus adversários.



Mas o melhor de tudo, foi ver o Rubinho com a “faca nos dentes”, chegar, pressionar e passar o “chucrute”, quando todos esperavam a faca nos dentes de Massa.

Rubinho é fantástico. Tira leite de pedra e é profissional. Podem dizer o que quiser, mas o cara faz o que pode de forma exemplar.

Já havia dito antes, para amigos e aqui no blog, o quanto admiro Rubinho e esse domingo, tive o prazer de ouvir meu irmão dizendo ao meu filho:

- Viu Giulli, o Rubinho passando do Schumaker?

Eu apenas ri...e tenho certeza que ainda vou rir muito.

Dá-lhe Rubinho!!!



Obs.: TV Globo, por favor! Tire o Galvão das transmissões da F-1. Só fala asneira. Ele interrompe o Reginaldo (que sabe muito de F-1) e os demais comentaristas com uma prepotência inacreditável. Hoje ele narrou um “REPLAY” de uma ultrapassagem como se estivesse acontecendo naquele momento. (observação dentro da observação: a palavra Replay “piscava” na parte superior do vídeo).

Amor com distância!


Alguém aí tem uma pessoa que está longe na distância física e pertinho do coração?


A foto acima mostra como me sinto com relação a minha irmã que mora em Caxambu.

Me sinto“Bem pertinho”.

Eu sempre falo para ela:

- Irmã, estamos longe pelos muitos quilômetros, mas ligados e próximos por laços que são invisíveis aos olhos humanos.

Parece poético ou místico, mas é na verdade, a pura verdade.

São poucas às vezes que nos vemos dentro de um ano. Aliás muito menos do que eu gostaria.

Porém, quando nos vemos, matamos a saudades, nos alimentamos de carinho e ... nos preparamos para uma nova temporada sem nos vermos novamente.

Minha irmã é daquelas pessoas que chegam chegando, que marcam presença pela competência e não precisam de acessórios “pavônicos” (essa palavra não existe) para mostrar que estão ali.

Ela me deu um dos maiores presentes que poderia receber, minha sobrinha Melina...que é um doce...às vezes de Jiló, às vezes de coco. srrsrs

Não lembro de ver a Mara, sem trabalhar.

E quando falo trabalho, falo de trabalho mesmo.

A “bichinha” é arretada! Trabalha muito e com competência invejável.

Você, que está lendo deve estar perguntando: Essa mulher é perfeita!

Graças à Deus, não. Porque não existe coisa mais chata do que quem se acha perfeito na altura do campeonato terrestre.

Mara é daquelas que têm, também, seus defeitos, mas suas qualidades são muitos maiores e compensam.

Essa irmã é figura, mais é um dos meu amores...

Amor pra essa e para outras vidas.

A Mara é mara!

sábado, 31 de julho de 2010

Publicidade, a escolha!


Já me perguntaram várias vezes por que eu escolhi a publicidade.
E sempre conto a mesma história.
Quer saber? Lá vai!

Eu trabalhava em uma empresa, na àrea de tesouraria. Por isso, o caminho para a Facul era claro: ou Administração ou Ciências Contábeis.
Como estava na área de tesouraria e tinha feito o técnico em Contabilidade, optei por Ciências Contábeis na UniFOA.
Acreditem, fiz dois anos de Ciências Contábeis e achava "um parto - normal e sem anestesia".
Achava um "porre" e por isso, conversando com uma amiga disse que gostaria de mudar minha faculdade para "Direito" e que sabia que isso poderia fazer eu perder meu emprego.
Foi então, que essa amiga, me chamando para a realidade, minha realidade, me disse:
- Você tá maluco? Pular da frigideira para o fogo?
- Como assim? - Eu perguntei.
- Cara, você adora propaganda, vive fazendo comentários sobre comerciais, você tem que fazer publicidade.
Juro que os comentários foram como baldes de àgua em minha cara.
Saí daquela conversa pensando o que seria melhor para mim.
Pensava no meu emprego e no que queria realmente.
Bom, meu coração falou mais alto.
No mês de agosto daquele ano, tranquei minha facul de Ciências Contábeis.
Minha mãe e pai ficaram com o pé atrás... eles nem sabiam o que um publicitário fazia.
Em Fevereiro do ano seguinte, eu estava no UBM.
Quando mer perguntam se acredito em "paixão a primeira vista", digo que sim, porque me apaixonei pela publicidade.
Me arrepio quando vejo uma grande campanha.
Gosto muito de participar de projetos que envolvam a criatividade.
Sou daqueles que analisa as campanhas e dou os  meus palpites sobre como poderia ficar melhor e sinto um ponta de inveja,por não ter feito uma campanha muito bem executada por outro publicitário.
Publidade!
Eita cachaça da boa!

Quem come quem?


Mas uma vinda direto do mundo mágico e único das crianças!
Já faz umas semanas que a nova onda do Giulli, meu filho é perguntar sobre os hábitos alimentares dos bichos.
Geralmente, esse papo cabeça rola durante o banho, ou então, momenttos em que estamos sozinhos vendo televisão ou esperando o sono chegar.
A coisa é mais ou menos assim:
- Pai, o que o tubarão come?
- Come outros peixes, focas e...
- Gente também, né?
- Não filho! Ele ataca porque acha que a gente parece uma presa dele: foca etc...
- Ah tá! E o mosquito.
- Caraca, Giulli! O Mosquito?
- Isso! Qual bicho ele come?
- Ah filho! Acho que mosquito não come bicho nenhum. Sei que tem alguns que se alimentam de sangue.
- Sério? Sangue de quem?
- O nosso, por exemplo!
- Ai que doido! Não quero que ninguém coma meu sangue. Não quero ficar sem sangue.
- Fique tranquilo filho, não tem como o mosquito tomar todo o seu sangue.
- Que bom! Mas o que o elefante come?
- Come folhas, arbustos...
- E amendoim.
- Amendoim?
- É, eu vi num filminho do Pateta.

E por aí vai. Tenho que dar conta da alimentação de todos os bichos atuais, extintos e folcólicros (é, tipo o saci).
Nesses momentos eu agradeço a invenção da Internet e das inúmeras possibilidades de pesquisa.
Coitados dos meus pais, só tinham a Barsa.
Abraços

Números...é muito ou é pouco?

Como disse para todos, tem dia que vamos falar sobre o nada!
Bem, hoje, vamos falar de números, que dependendo da "quantidade" é nada ou é tudo.
Já explico!
Hoje, pela manhã, fui acordado pelo meu pequeno Giulli (meu filho de 4 anos).
Eram 5h40 e não acreditei que ele havia acordado naquela hora.
Ele me pediu uma mamadeira e eu, meio que dormindo fui preparar a mamadeira, quando voltei, deitei ao seu lado e começou sua pequena, mais interessante divagação.
Me falava sobre números e perguntava depois do 13 vem o? eu dizia 14 e por aí seguia...
Até que antes um pouco de dormir novamente ele me disse:
- Pai, 7 é muito não é?
- Não, é pouco. - disse eu.
Ele me olhou e disse:
- É muito sim pai, eu só tenho 4 é já fiz um montão de coisas...quando chegar o 7 eu vou fazer muito mais.
Daí ele virou para o canto e dormiu.(Graças à Deus)
Fiquei pensando e dei razão ao meu pequeno.
Os números, são números, a dimensão os deferencia.
02 pessoas bastam para uma boa conversa
02 passos são pouco para quem chegar longe
513 amigos no orkut para algo fantástisco, mas fica pequeno quando reconhecemos quem relamente pode ser chamado de amigo.
Interessante, o Giulli e a Cacá me ensinam e eu tento aprender.
Abraços

O que seria do mundo sem batatas?!

Você já pensou sobre isso?
Batatas...
Todo filme medieval que vemos, lá estão elas sendo devoradas por homens pouco higiênicos, mas famintos. A caça, a maioria das vezes, está acompanhada de...BATATAS.
Com o passar do tempo, em todos os momento expressivos da humanidade, estavamos comendo batata.
Na segunda guerra, muitos morreram de fome, mas não morreram mais pessoas, por conta das batatas.
Vincent Van Gogh, imortalizou as batatas no quadro "Comedores de batata".
A batata vai bem com tudo.
Assada, frita, amassada, refogada, fatiada, recheada e até socada...isso mesmo socada.
A pouco vi na televisão, em um desses programas, que tentam, misturar todo tipo de entretenimento, com culinária, um personagem famoso, dando uma receita de Bacalhau com batatas e a mesma levava um soco para ficar pronta.
Ou seja, até quando mal tratada, a dita cuja é gostosa.
Ela vai do luxo, acompanhando pratos franceses chiques, até o simples, refogadinha com carne moída.
A batata é tudo!
Ela é tão importante para nossa cultura, que para o Mc Donald´s, é marca.
Sim, ou você ainda não percebeu que o "M" do famoso Fast food são duas batatas arqueadas.
Batata, cada um faz do jeito que quer, mas todo mundo gosta.
Hoje, comi assada...e vc?

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Os Vira-Latas são os melhores!


Eu já tive muitos cachorros, de várias raças, mas sou apaixonado pela PUB.
Pub é uma cadela de 11 meses.
Os cachorros fazem parte da minha vida desde sempre.
Lembro que meu primeiro cachorro foi um piquenês preto, seu nome: pretinho.
Depois vieram outros, mas meus pais - mesmo que a gente sempre morasse em prédios - sempre deixaram a gente ter cachorro.
Teve uma época da minha vida que fiquei sem cachorros em minha vida.
Mas, em uma visita a um homeopata, acreditem, além dos remédios (gotinhas e bolinhas) ele me receitou um cachorro. Isso mesmo, um cachorro.
Os remédios eu tomei, mas o cachorro, ficou para mais tarde.
Mas voltando a PUB, como ele chegou em minha casa.
Bem, tenho uma filha de 8 anos e já faz uns três que vinha nos pedindo um cachorro.
Sempre falamos que um dia...um dia...bem esse um dia chegou.
Decidimos que daríamos um cão para a criançada, sim porque além de Camille, temo o Giulliano (em breve, teremos post deles).
Bom, um vira-latas não era nossa primeira opção. Queríamos um beagle. Sim, queríamos um snoopy rsrsrs, mas...
Procurei por um beagle em muitas lojas e nada. Um dia, resolvi pedi ajuda para meus alunos, do curso técnico de publicidade e propaganda se poderiam me ajudar, me informando onde encontraria um beagle.
Uma das alunas, cujo o apelido eu coloquei de Pereba, por ter pego umas de uns cachorros, me disse que sua cadela havia dado cria e que estava doando os filhotes. Não era um beagle e sim uma vira-latas. bem , resolvemos em casa que iríamos "pegar" a pequena criatura.
Lembro do dia que vi a Pub pela primeira vez, era tão pequena e peluda.
Haviamos comprado cama, vasilha de beber, de comer, brinquedinho e uma colera vermelha com pedrinhas...cachorra de madame..rsrsr.
Bem, eu fiquei responsável pelo nome PUB - abreviatura de Publicidade, uma de minhas paixões.
Mas o mais curioso de tudo é que lembro de ter perguntado para "Pereba": - Me diga uma coisa, a sua cachorra, Maria, mãe de Pub, é grande? Resposta de Pereba: Não! É pequena.
Bem, a foto acima é da "pequena" PUB, se divertindo com um picolé, que ela ama de paixão.
Resultado: Hoje ela faz parte de nossa família, mas quando olho para ela é inevitável enxergá-la como um pequeno cavalo, isso mesmo, ela é enorme.
Mas o melhor de tudo é a melhor cadela do mundo.
Eu amo minha vira-lata.
Valeu Pereba!

E aí, Massa?


De ante mão já esclareço, sou fã de F1 e torço para os brasileiros.
Sou o cara que acordo de madrugada para assitir os grandes prêmios nos horários mais malucos e que vejo do começo ao fim, acelerando meu "carro de F1" no sofá de minha sala.
Sou também, o único em minha casa e entre meus amigos, que acreditam no Rubinho.
Tá, tá, pode rir, mas eu gosto do cara, ele tem caráter e pratica um esporte em que a política e a equipe que tiver mais dinheiro têm mais chances.
Mas vamos ao que interessa, no último domingo, no grande prêmio da Alemanha, aconteceu uma situação que parecia reprise de outros grandes prêmios passados. Numa época em que os atores eram outros: Rubinho e Schumaker. Na época eu lembro, a imprensa foi cruel e colocava o Rubinho como o pior dos piores.
Na mesma época, todos (principalmente os pilotos) falavam que se fosse com eles, não dariam a vez ao Schum.
Será que não fariam?
E agora Massa? Qual será a sua posição?
Acabei de ouvir na televisão que Massa não quer ser considerado o 2º piloto e se for, vai parar de correr.
Será mesmo?
É muito dinheiro envolvido e muito difícil falar o que faríamos ou não faríamos sem realmente estarmos na pele de quem está passando pela situação.
Mas quero lembrar que a "coisa" é cíclica e hoje quem deixa ser ultrapassado é outro.
Vamos aguardar e assistir com atenção ao próximo grande prêmio.
Acelera moçada!

Toy Story 3 - É para crianças?


Faz pouco tempo que fui com os meus filhos ver Toy Story 3.
Ao me encaminhar ao cinema, fiquei pensando: o que poderia acontecer de diferente na 3ª sequência de um filme que já tinha se mostrado tão espetacular nos anteriores?
Amo cinema e digo que se me convidarem para assistir qualquer tipo de filme, eu iria.
Por isso, não pensei em nenhum momento em excluir-me desse prazer de ver Toy Story 3.
Esclarecimentos antes de continuar:
Eu sou o 5º filho dos 5, o mais novo e a diferença minha para meu irmão anterior a mim nos causava um "pequeno" abismo no que dizia respeito as brincadeiras.
Quando não estava na rua, com meus amigos, estava em meu quarto, envolto em brinquedos que eu valoriza muito, pois não havia a quantidade que hoje, meu filho tem.
Eram poucos, mas o bastante.
E quando vi, o primeiro Toy Story, me reconheci no "Andy" e o melhor, já havia passado por minha cabeça que os brinquedos ganhavam vida quando eu dormia. Por isso, minha ligação com o filme foi direta.
Enfim, voltando ao Toy Story 3, lá fui eu e meu rebentos.
Pipoca, refri, bagunça...
Mas o filme reservava mais que uma simples história.
A coisa foi norteada pela despedida, mas aquelas despedidas que você sabe que vai acontecer, mas não quer que chegue.
A todo momento, a cada frame eu me envolvia e não tinha mais volta.

(se você ainda não viu...não continue lendo)

O final é um do mais inteligentes que já vi.
Dentro da grande ideia de continuidade e aproveitamento dos materiais que hoje norteiam a Terra, os brinquedos são "doados" a uma criança com a idade de "Andy" no primeiro filme, o que "garante" aos  mesmos a validade como brinquedos que são.
Mas o olhar de  "Wood" para "Andy" ao despedirem...

As lágrimas ficaram para alguns marmanjos no cinema, que tiveram que explicar aos pequenos, como eu tive, porque estavam chorando se tudo havia acabado bem.

Quem já brincou sabe a importância do "tal" brinquedo que tem até hoje guardado, sabe do que estou falando.

Bem, têm filmes infantis e FILMES INFANTIS...
E Toy Story 3 é o filme!
Veja e depois comente.

Toma pilú, toma pilú...


Caraca!
Como um bom Chapeleiro maluco, às vezes "tomamos chá com amigos" e após alguns chás, os causos aparecem sobre a mesa.
Um dos últimos e mais bizarros começa assim:
Uma amiga me contou que na busca  pelo seu príncipe encantado, já se deparou com algumas figuras, mais uma delas, foi a melhor.
Vamos chamá-lo de "i"e ela  de "Y".
Já perceberam que o "i" é minúsculo e o Y, pelo formato dispensa comentários.
É importante dizer que "i" já é um homen maduro e Y, uma bela mulher.
Y começou a se interessar por "i".
"i" correspondeu a Y, como já era de se esperar.
Tudo estava indo bem, como manda o roteiro de quem espera, pelo menos, um bom romance.
Com o tempo...nem muito...aconteceu  a primeira investida, digamos sexual.
É, justamente aí, que "tudo acontece".
(Atenção! Os relatos a seguir podem parecer mentira, mas são a pura verdade)
Vamos lembrar que foi a PRIMEIRA vez deles juntos.
A minha pergunta é: Como? Por quê, um HOMEM, se comporta dessa forma.
Vamos ao procedimento:

1)Falar com voz de criancinha.
Vamos combinar, isso é uma das piores coisas que um homem pode fazer naquela hora.
No momento X da questão, rolou: "tá gotando, tá?" e também "toma pilú, toma pilú".
(Tudo isso, sendo falado em pleno ato)
Vamos combinar, imagina a nossa personagem Y, passando por isso tudo, sem poder rir.

2) Idependente do tamanho, não faça propaganda do produto de forma ostensiva.
Peço que usem a imaginação e visualizem a cena. A "coisa" de "i", não era tão COISA assim. Aliás, era bem normal (pelo relato dela). Pasmem, o nosso "amigo i", em determinado momento coloca a mão sobre a barriga de Y e pergunta: "Tá sentindo"?!
Acreditem amigos, ele apertou o barriga, na altura dos intestinos e perguntou se ela estava sentindo o ...caraca!!! Sentido o que? Vocês podem imaginar.

3) Cuidado! Quando você pensa que a coisa tá ruim...pode piorar.
 Não acabou por aqui, as "histórinhas" e procedimentos de "i" tiveram repetição. Afinal, a amiga "Y" acreditou que poderia ter sido efeito de um cogumelo alucinógeno ingerido em uma pizza pré-ato.

Resumo da ópera:
A minha amiga "Y" é muito gente boa, dispensou o "i" e acredita que um dia encontrará seu príncipe.
O meu amigo "i", precisa crescer e entender que mulheres não são tubos de ensaios, onde fazemos experiências bizarras. Por isso ele continua  merecendo o "i" minúsculo.
E por último, para piorar, a velha máxima tem um fundo de verdade: Mulher bonita, deixa homem  bobo.

Um pouco de Tudo

Qual a intenção desse blog?
Não é de forma alguma um diário.
Não teremos postagem diárias e sim quando realmente valerem a pena.
Falaremos de tudo e de nada, afinal o nada às vezes interessa mais do que o tudo.
Por que "Gato de Allice"?
Porque o Gato, para quem conhece, é irreverente, ainda mais o da Alice.
Na realidade nem curto Gatos, mais uma coisa é interessante com relação aos gatos: "não são facilmente conquistados".
Contarei casos e causos...quem vai ler? Sei lá!
Mas lanço mais um blog, no meio de milhares...com um diferencial...é meu...aliás é nosso!
Abraços e divirtam-se.